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  • Gabrielle Canena

#PRIDE: Como ajudar e como ser ajudado

Atualizado: 22 de Jul de 2019





Hey, Rebels!

Dando continuidade aos artigos semanais do Pride Month, hoje abordaremos como auxiliar pessoas LGBT, dando dicas de como podemos fazer a diferença, seja você LGBT ou não. Também daremos dicas aos LGBT em si, para que caso precisem de apoio, saibam onde encontrá-lo.

Se você perdeu o primeiro artigo, um Guia sobre Gêneros e Sexualidades, clique aqui.

Boa leitura! ;)


Clique nas imagens para conferir a principal ONG/Iniciativa/Projeto da cidade ;)


Porto Alegre

NUANCES: ONG fundada em Porto Alegre em 1991. Atua nas áreas de intervenção comportamental, cultura, informação, educação e comunicação, tendo como objetivo lutar pelos direitos civis, políticos e sociais da população LGBT.

IGUALDADE: Fundada em 1999, a ONG atua dentro do Presídio Central de Porto Alegre (PCPA) junto às travestis em cumprimento de pena em regime fechado. Como medida protetiva às travestis, a ONG também ajudou a criar a "Terceira do H", uma ala no presídio destinada exclusivamente às travestis. O presídio passou a contar com a colaboração de uma equipe técnica interdisciplinar composta por profissionais de psicologia, serviço social, direito, educação e saúde.

SOMOS: Grupo atua desde 2001 realizando ações transdisciplinares, tendo como base os direitos humanos, com ênfase em direitos sexuais e direitos reprodutivos, a partir da articulação das áreas de educação, saúde, comunicação e arte. Fundado por militantes advindos das áreas de luta contra a Aids e do movimento LGBT.


Rio de Janeiro

CASA NEM: Espaço de acolhimento para pessoas LGBT em situação de vulnerabilidade social. Abriga projetos como FotografaNem (curso de fotografia) e PreparaNem (cursinho pré-Enem).

GRUPO ARCO-ÍRIS: ONG referência no combate à discriminação e na promoção de valores de respeito à diversidade humana. Grupo tem como missão promover qualidade de vida, direitos humanos e cidadania ao público de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

GRUPO DIVERSIDADE NITERÓI: O GDN é um grupo que luta pelos direitos e pelo fim do preconceito contra mulheres, gays, travestis, lésbicas, bissexuais, transexuais, profissionais do sexo, transgêneros e qualquer outra pessoa que seja discriminada por gênero ou por sua orientação sexual ou pela forma como decide viver sua sexualidade.


São Paulo

CASA 1: Aberto no dia 25 de janeiro, dia do aniversário de São Paulo, a Casa é uma república de acolhimento de LGBTs expulsos de casa. É também um centro cultural composto de salão de exposição, sala de cursos, palestras e workshops e uma biblioteca aberta ao público.

Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT): A associação promove atualmente a "Parada do Orgulho LGBT" de São Paulo, bem como outros eventos políticos que acontecem durante o ano ou mesmo próximo à Parada.

SARAU MANAS E MONAS: O Sarau Manas e Monas é uma iniciativa criada por um coletivo de mesmo nome formado na ETEC de Artes, em São Paulo. O projeto funciona promovendo discussões sobre questões da mulher, gênero e direitos para todas as minorias. As pautas LGBTs aparecem nas falas e em músicas e poesias apresentadas ali.

ENGLISH TO TRANS-FORM: Segundo dados da Pesquisa Nacional sobre Estudantes LGBT e o Ambiente Escolar, 73% dos jovens entre 13 e 21 anos identificados como LGBT foram agredidos no espaço escolar por conta de sua orientação sexual. É esse preconceito que leva muitos homossexuais, bissexuais e princialmente transsexuais a abandonarem o ambiente escolar e se afastar dos estudos e, consequentemente, ter desvantagens no mercado de trabalho. Como uma alternativa à essa realidade, um grupo de voluntários criou o English to Trans-form. A iniciativa, organizada por professores voluntários, oferece aulas de inglês na cidade de São Paulo para mulheres e homens trans e pessoas da comunidade LGBT que sofram preconceito.

TAMANDUÁS-BANDEIRA RUGBY CLUB: Mora em São Paulo e está afim de praticar algum esporte? Então conheça o time Tamanduás Bandeira. Desde maio do ano passado, a equipe de rúgbi LGBT+ realiza treinos abertos aos sábados, às 15h, no Obelisco, no Parque Ibirapuera. Não é necessário ter experiência para participar dos treinos.

GAYMADA: Uma mistura de atividade física com ativismo é o que propõe a Gaymada, uma versão LGBT da tradicional brincadeira queimada. As datas dos jogos são sempre divulgadas na página do Facebook da Gaymada e tem participação gratuita e livre para todas as idades, etnias e identidades de gênero.

CINEMONA: Cineclube com foco em produção audiovisual LGBT, o Cinemona promove exibições de filmes e rodas de conversas mensalmente na Casa 1, em São Paulo. Além de formação de público cinéfilo, o projeto propõe uma expansão do olhar do público a respeito da representação LGBT no cinema.

CURSINHO POPULAR TRANSFORMAÇÃO: A fim de combater o preconceito e a marginalização a que a população T é submetida diariamente, o Coletivo Transformação criou em 2015 o Cursinho Popular Transformação, que oferece aulas, oficinas e atividades educativas - focadas no Enem e outras provas - para pessoas transgêneras, travestis não binárias em São Paulo. Quem frequenta as aulas, de segunda à quinta, recebe ajuda de custo para alimentação e transporte.


Nacional

MÃES PELA DIVERSIDADE: Atuante em 17 Estados, é um coletivo composto por mães e pais de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Foi fundado em Pernambuco em 2016.

MOVIMENTO D'ELLAS: O movimento atua em todo o país fazendo atendimento on-line, por telefone e presencial com pessoas LGBT. Conta com uma equipe voluntária de psicólogos, analistas que atuam na área comportamental e advogados.

ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros): Fundada em 1995, a associação criou uma rede nacional para levar as reivindicações LGBT até o governo federal e à sociedade como um todo. O site da associação, aliás, tem uma lista bem bacana de associações, grupos e entidades LGBT por todo o Brasil, incluindo cidades menores como Joinville (SC), Ribeirão Preto (SP) e Itaúna (MG). Confira a lista completa aqui.

DESTINATION PRIDE: Viajar para uma nova região do país ou do mundo sendo uma pessoa LGBT não é sempre tão simples. Uma cidade intolerante e uma cultura homofóbica, por exemplo, são empecilhos que podem surgir e estragar um momento de lazer. Pensando em salvaguardar a segurança e diversão dessa comunidade, a agência de publicidade FCB/SIX e a organização canadense PFLAG criaram o site Destination Pride. A plataforma recém-lançada se propõem a ser um guia de destino que informações acerca das políticas pró-LGBTs dos locais.

VOTE LGBT: Fazer parte da comunidade LGBT é também estar envolvido na política nacional e mundial, acompanhando projetos de leis, lutando por representatividade e pelos direitos da minoria. O coletivo Vote LGBT tem essa preocupação. O grupo, organizado por voluntários, realiza campanhas durante épocas de eleição e divulga informações sobre perfis de candidatos com propostas pró-LGBT em seus projetos de governo.

TODXS: Você conhece todos os seus direitos como cidadão, sabe que a lei deve assegurar sua segurança e te proteger de atos de preconceito? A startup social TODXS sabe disso, e resolveu criar um aplicativo homônimo para que você também esteja ciente. A plataforma traz um compilado de todas as leis brasileiras de proteção à comunidade LGBT e ainda permite que os usuários façam suas denúncias.

FESTA AMEM: Há pouco mais de um ano, a Festa Amem levanta a bandeira da cultura LGBT negra. O fervo de cunho sócio-político ocorre com regularidade semanal no centro da capital paulista sob temáticas que vão do abolicionismo ao afrofuturismo. Produzido por um coletivo de artistas e ativistas negros, a festa também propõe rodas de conversa sobre gênero, negritude, racismo institucional e questões que impedem a visibilidade da comunidade LGBT negra não só em São Paulo, mas em todo o Brasil.



O Grupo Dignidade, citado acima também oferece um atendimento à comunidade LGBT, além de postarem notícias, realizar denúncias, indicar políticos que apoiam a causa, dar dicas e ajudar àqueles que passam por dificuldades. Você pode ajudar a causa, doando, sendo um voluntário ou afiliar-se. Clique aqui para conhecer o grupo.


"Crescer não é fácil, mais ainda quando se é adolescente ou jovem LGBT e vítima de bullying. Mas muitos já passaram por momentos difíceis na escola e vimos que a vida melhora a cada ano que passa. Se precisas de falar, ser ouvido, ser compreendido ou de qualquer outro tipo de ajuda aqui você pode encontrar alguém que te pode te ouvir, compreender, apoiar e conversa.”


Neste artigo você encontra os principais grupos de apoio e ONGs das quais pode fazer parte e conseguir ajuda e, até mesmo, abrigo. Se você precisa de ajuda profissional, como indica a Rede Nacional de Adolescentes LGBT, não se desespere, há sempre pessoas que estão no mundo para ajudá-lo e você não está sozinho.


"Se você está passando por um momento muito difícil e doloroso de sua vida e têm sentido que não tem mais vontade de viver, queremos que você saiba que você não está sozinho/a e que infelizmente essa é a realidade de muitos jovens LGBT do Brasil e do mundo. Suicídio e práticas de automutilação são muito comuns entre adolescentes e jovens lgbt por conta da situação de vulnerabilidade, discriminação e marginalização a qual somos muitos vezes submetidos/as."

"No entanto, nós não temos preparo, competência ou as habilidades necessárias pra te oferecer apoio psicológico. Quando estamos sofrendo opressão, violências, agressões, bullying, desrespeito e LGBTfobia precisamos de apoio psicológico pra nos ajudar a lidar com tudo isso, reagir, nos proteger e superar. Sugerimos que você procure acompanhamento terapêutico (algumas instituições oferecem gratuitamente ou a preço popular). Parece besteira, mas é essencial! Muitos de nós da Rede sabemos o que é sentir o que você está sentindo e já passamos (ou estamos passando) pelo que você está passando."

O grupo ainda dá algumas dicas e conselhos, são eles:

1) Acesse o Centro de Valorização da Vida.

2) Se envolva em movimentos, lutas, coletivos s grupos LGBT! É sempre muito bom estar com pessoas que tem experiências parecidas conosco e lutar por um mundo melhor sempre nos dá esperança pra agir e viver. No nosso site você encontra uma lista de organizações LGBT que você pode procurar. Se você não achar nada na sua cidade, podemos te ajudar a procurar, é só falar!​ Confira as ONGs que listamos no início do artigo ;)

3) Se você entende inglês, (ou é bom com Google Tradutor haha) sugerimos esses sites que trazem informações e relatos bem interessantes que podem te ajudar e te fortalecer: Butterfly Project.

​4) Tá chegando no Brasil uma nova organização para prevenir suicídios entre adolescentes e jovens LGBT. Dá uma olhada que é incrível: Tudo Vai Melhorar.

​5) O Canal das Bee tem um projeto de acompanhamento psicológico com um profissional. Eles fizeram uma campanha e conseguiram arrecadar dinheiro para financiar esse projeto! Olha que legal: Canal das Bee. Parece que é só mandar um e-mail para ajuda@canaldasbee.com.br . Não custa tentar, né?



“Mas enfim, como EU posso ajudar?”

É simples. Seguindo a mesma linha de pensamento anterior, você pode:

1 Se você é LGBT, seja você mesmo. Se for algo dificultoso para você, seja por pressão familiar ou social, procure ajuda em grupos, iniciativas e com o tempo você vai se sentir confiante e saberá a hora certa de tomar esse passo.

Tenha em mente que: “Por mais que existam piadas, comentários, opiniões e até religiões reforçando o preconceito e a homofobia e tentando esculhambar os homoafetivos, lembre-se de que a sua orientação sexual não vale menos do que as demais, nem é motivo de vergonha. Você não é melhor ou pior do que os outros (muito menos sujo, pecador, culpado ou doente) por ser homo, bi ou heteroafetivo. Sua sexualidade é apenas mais um detalhe sobre você, assim como a cor dos seus olhos.”


2 Dentre os candidatos em quem você pretende votar, escolha algum que seja pró diretos dos LGBT. Dê uma olhada nos grupos indicados acima, como o Vote LGBT e no site do Grupo Dignidade, onde informam quais são os candidatos que defendem a causa.

3 Lute pela criminalização da LGBTfobia. Interfira quando ver algum caso de opressão, não cale-se, pois se o fizer você se torna igualmente um opressor. Pessoas da comunidade precisam de ajuda e voz, então não custa nada defende-los e honrar sua causa.

4 Encontre grupos de militância que busquem formas de protestar e conquistar direitos LGBT. Os apoie, seja por meio de doações, voluntariado ou divulgação. Faça parte destes grupos e ajude-os na luta. Pense também em outras formas de auxílio material, além de dinheiro. Casas de apoio recebem doações de roupas, móveis, utensílios e até produtos de limpeza. Ou a cesta básica que você recebe no trabalho e não utiliza. Ou aquele computador velho que você encostou quando comprou um mais moderno.

5 Contrate profissionais LGBT. Eles são tão competentes quanto qualquer outra pessoa, e dar espaço a eles é o mínimo que podemos fazer, é o justo. Como muitas empresas mantém o preconceito e a opressão, seja a diferença e abra os braços para pessoas da comunidade LGBT.

6 Acolha gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e de outros grupos na sua casa. Se tiver a oportunidade, auxilie-os de perto. Muitas pessoas destes grupos são expulsas de casa e precisam de ajuda, já que enfrentam um grande problema familiar. Ter um pouco de empatia para ajudá-los não é pedir demais 😉

7 Cobre autores e redatores de novelas, programas e filmes por personagens LGBTs. A representatividade é algo importante para que a barreira do preconceito seja quebrada. É importante para que a comunidade LGBT seja inclusa na sociedade, e sua representatividade na mídia faz parte disso.

8 Não diminua a luta de quem é oprimido, não diga que é mimimi, não afirme que é vitimismo. Como diz o ditado “Se não for ajudar, não atrapalhe”. Muitas pessoas da comunidade são difamados, passam por preconceitos inimagináveis e julgá-los nesse momento é a última coisa que podemos fazer. Procure entendê-los e ajudá-los da forma que lhe for possível, pratique a empatia e o amor.

“Da próxima vez que você ouvir uma piada escrota ou um comentário maldoso contra LGBTs, não finja que acha natural, muito menos engraçado. Avalie quem são seus interlocutores e, se você achar que vale a pena, mostre que essas visões são fundadas em preconceitos e ideias inadequadas. Muitas vezes, o problema é de falta de informação (o que também vale para quem fala em “homossexualismo” e “opção sexual”). Você pode ajudar a mudar a mentalidade sem se tornar um patrulheiro chato.”

9 Dê apoio àquele(a) amigo(a) que saiu ou foi retirado(a) do armário. Mesmo se foi uma decisão precipitada ou as conseqüências foram desastrosas, jamais lamente ou critique. Um e-mail, um telefonema, um convite para um café (ou, em casos extremos, uma mãozinha para conseguir um novo lar ou um novo emprego), são boas maneiras de ajudar.

10 Não semeie o preconceito interno, seja você LGBT ou não. Você pode preferir alguns estilos, tribos ou grupos, com quem tem mais afinidade. Mas isso não lhe torna melhor do que os “afeminados” (ou as “masculinizadas”), pobres, nordestinos, negros ou gordos, nem lhe dá o direito de desprezá-los ou humilhá-los. Não faz sentido gays falarem mal de travestis, travestis falarem mal de lésbicas, lésbicas falarem mal de gays.


11 Se for LGBT, defenda-se! Exerça seu poder de consumidor. Boicote produtos e serviços oferecidos por empresas com posturas homofóbicas ou propagandas preconceituosas. O mesmo vale para programas de TV que ridicularizam homossexuais.

Por outro lado, prestigie estabelecimentos que simpatizem com a causa – mas tente diferenciar os que são genuinamente friendly daqueles que não passam de oportunistas de plantão.

Você viu alguém levando um “coió”, sofrendo violência física? Chame a polícia imediatamente. Seja solidário e preste todo tipo de socorro à vítima que estiver ao seu alcance, sem se colocar em perigo.

Se você sofrer preconceito, discriminação e/ou violência em razão da sua sexualidade em qualquer lugar público, não se cale: denuncie. Sofreu perseguições, humilhações, foi despedido por conta da sua orientação sexual? Reúna provas e testemunhas (ambas são indispensáveis!), procure um advogado e corra atrás dos seus direitos. Para quem não tem condições financeiras de bancar um advogado, a Defensoria Pública presta assistência jurídica gratuita e tem defensores especializados em LGBTs.

Quando você se deparar com um site ou qualquer outra manifestação homofóbica na internet, denuncie à SaferNet. Faça o mesmo quando encontrar algo sexista, racista ou preconceituoso contra qualquer outra população.

12 Se você é mãe, pai ou responsável por um LGBT, procure formas de apoiá-lo. Apoie seu filho ou filha, procure entende-lo, converse e jamais o pressione ou oprima, ele já está passando por um momento difícil. A sociedade já o julga, então deixe que o seu amor prevaleça, pois ele precisa de você.

Existem grupos de Pais de LGBT, como o GPH, que auxiliam pais e filhos nestas condições, para que ambos consigam entender um ao outro e ter uma vida saudável e respeitosa.


“O GPH - Grupo de Pais de LGBTIs - L (Lésbicas), G (Gays), B (Bissexuais), T (Trans), I (Intersexo) - foi a primeira ONG brasileira fundada para acolher pais que desconfiam ter ou têm filhos LGBTIs. Foi fundado com intuito de suprir a falta de um ambiente seguro e acolhedor onde pais e mães pudessem trocar informações e experiências sobre seus filhos e, se for o caso, solidarizarem-se durante o difícil processo de aceitação. Além disso, sabemos que pessoas com a mesma questão pra resolver se sentem mais fortalecidas quando conversam entre iguais. Logo em seguida à criação do Grupo, percebeu-se também a dificuldade do processo de autoaceitação dos filhos. Mediante isto, o GPH também começou a realizar um trabalho com esses filhos. Então, hoje, o GPH é um Grupo de ajuda mútua entre os pais e de apoio a seus filhos.”

13 Não seja inconveniente. Não faça aquelas perguntas clichês e sem sentido que os LGBTs já estão cansados de ouvir, como "quem é o homem/mulher da relação?". Se quer saber a sexualidade ou identidade de gênero de alguém, pergunte respeitosamente, ou não pergunte (afinal, o que importa?).

Este vídeo explica isso de forma dinâmica e divertida (mas leve à sério):


Tenha em mente sempre como ajudar pessoas da comunidade LGBT e faça a diferença. Espalhe informação, lute pela causa e não se cale nunca perante um ato de preconceito!

Faça outras pessoas pensarem duas vezes antes de serem preconceituosas e mostre-as como isso só traz malefícios, tanto para o agressor quanto para o agredido e oprimido.

Ajude a construir um mundo com mais amor, empatia, igualdade e liberdade!

#PRIDE #BeARebel

Com informações de Catraca Livre, HuffPost Brasil, Grupo Dignidade, It Gets Better, BuzzFeed, 30 Ideias e GPH.

#pride #LGBTQ #humanidade #direitoshumanos