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  • Gabrielle Canena

ALVARO DIAS

Atualizado: 22 de Jul de 2019






Partido: Podemos Candidatura registrada em 14 de agosto Ocupação declarada: senador; bens declarados: R$ 2.889.933,32 Vice: Paulo Rabello (PSC); ocupação declarada: economista; bens declarados: R$ 12.998.440,09 Relator do registro: ministro Napoleão Nunes Maia Filho


Alvaro Dias, em entrevista à IstoÉ em maio:

"Em relação ao casamento homoafetivo, já há uma jurisprudência consagrada e, no Congresso, há projetos para inclusão [do tema] no Código Civil. Então, do meu ponto de vista, é um assunto resolvido".


Alvaro Dias, em entrevista à revista IstoÉ, em maio: "Em relação ao aborto, eu considero a legislação atual suficiente. Obviamente podemos fazer alguns ajustes, mas é uma legislação suficiente porque as excepcionalidades necessárias já estão estabelecidas nessa legislação", disse o senador.


Alvaro Dias, em sabatina do UOL em maio: "A incompetência do governo e a corrupção jogam no chão a segurança pública do País, e a consequência é esse desejo da legítima defesa. O cidadão entende que tem que portar arma para se defender legitimamente, e eu não posso negar esse direito", declarou Dias.


O senador apresenta-se contrário à legalização da maconha e de outras drogas. Em 2016, afirmou ser contra “contra a posição do Fernando Henrique Cardoso” e que “não temos condições de liberalizar dessa forma. Não temos condições de atender à demanda que surgiria, não temos casas de recuperação”. Em outra ocasião, disse ser “rigorosamente contra”. “A liberalização certamente aumentaria o consumo”, argumentou. Propõe uma união latino-americana para o combate ao tráfico. “Obviamente, no nosso país, tem também o monitoramento das fronteiras”, disse. Para ele, a “guerra às drogas”, como é conhecida a política aplicada atualmente no Brasil, deve ser fortalecida. “Não entendo que a guerra às drogas seja uma guerra perdida. É dramático constatar que de 2006 a 2016 o Brasil sepultou 324 mil jovens de 14 a 25 assassinados; isso é sete vezes mais que o número de soldados que morreram na guerra do Vietnã que durou 20 anos. Segundo os especialistas, mais de 80% desses assassinatos tiveram origem nas drogas. Então, é inevitável combatê-las”, defende.


Privatizações- Diz ser “inevitável” adotar um programa de privatizações, mas é contra a venda da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa. Sobre a petrolífera, diz cogitar a venda do “entorno”, as subsidiárias da empresa.

Programas sociais- Opositor do Bolsa Família nos primeiros anos do programa, o pré-candidato agora defende o projeto e promete mantê-lo, incorporando capacitação profissional à transferência de renda.

Previdência Social- É a favor de uma reforma na Previdência, mas argumenta que, antes, o governo precisará promover um grande esforço de transparência sobre o déficit e os custos do sistema

Reforma Trabalhista- Votou contra o projeto no Senado em protesto contra o governo.Tem dito que promoverá uma avaliação dos resultados para discutir se fará a “reforma da reforma” em 2019.

Segurança Pública- Defende o porte de armas e a flexibilização do Estatuto do Desarmamento. “Temos que estabelecer uma nova politica para o comércio de armas que seja ponderada e fuja dos extremos.Proibir ou liberar geral são receitas para o fracasso.”

Teto dos gastos públicos- Diz que o teto precisará ser revisto para 2019, porque sem a Reforma da Previdência, o aumento dos gastos com aposentadorias e pessoal reduzirá a capacidade do estado de investir e arcar com suas responsabilidades.

Política econômica- Propõe redução de impostos sobre consumo e aumento nas taxas cobradas sobre a renda de ativos financeiros. Argumenta que mais consumo acelerará o crescimento da economia e, consequentemente, arrecadação.


-Cortar ministérios e cargos comissionados

- Implantar política de privatizações das estatais

- Incentivar corte de privilégios de juízes

- Reforma política para reduzir em um terço o tamanho do Senado e da Câmara. Pretende também reduzir o número de partidos

- Reforma tributária com implantação de um imposto único sobre movimentações financeiras

O candidato do Podemos à Presidência da República, Álvaro Dias promete um corte linear de 10% em todas as despesas do governo federal. O candidato também prevê uma reforma tributária que simplifique os impostos e uma reforma da previdência com sistema de capitalização. Na segurança ele pretende reduzir em 60% o número de homicídios e assaltos e zerar a fila do SUS com a informatização do sistema.

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