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  • Gabrielle Canena

JAIR BOLSONARO

Atualizado: 22 de Jul de 2019







Candidatura registrada em 14 de agosto

Ocupação declarada: membro das Forças Armadas

Bens declarados: R$ 2.286.779,48

Vice: General Mourão; partido: PRTB; ocupação declarada: membro das Forças Armadas; bens declarados: R$ 414.470,04

Relator do registro: ministro Napoleão Nunes Maia


"Está bem claro na Constituição: a união familiar é entre um homem e uma mulher.Jair Bolsonaro ao portal Terra, em 2013."Está bem claro na Constituição: a união familiar é [entre] um homem e uma mulher. Essas decisões só vêm solapar a unidade familiar, os valores familiares. Vai jogar tudo isso por terra", disse o ex-militar em 2013. Naquele ano, o CNJ garantiu aos casais homoafetivos o direito de se casarem no civil.


Sempre me posicionei contra a liberação do aborto.Jair Bolsonaro, em post no Twitter, em junho."Um chefe de Estado deve tomar posições, decidir, mostrar a todos a sua verdadeira face. Sempre me posicionei contra a liberação das drogas e do aborto", escreveu o ex-militar. A candidatura de Bolsonaro à Presidência foi confirmada no último domingo (22) pelo PSL.


Irresponsável o governo que desarma o cidadão de bem e deixa a vagabundagem muito bem armada. Eu quero equilibrar esse jogo.Jair Bolsonaro, em vídeo publicado no Twitter em junho."Irresponsável o governo que desarma o cidadão de bem e deixa a vagabundagem muito bem armada. Eu quero equilibrar esse jogo, dar o direito à legítima defesa para a população. Não é você comprar na birosca da esquina uma .40 para você, vai ter algum critério para essa questão", disse o deputado.


Crítico da pauta, o candidato do PSL já comparou a legalização das drogas à legalização da corrupção. Quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso propôs a legalização de maconha e cocaína no Brasil, argumentando que a proibição ajudava a superlotação presídios, Bolsonaro ironizou: “Que tal legalizar corrupção, já que as celas estão também cheias em Curitiba?”. Outro ponto levantado pelo candidato é que, caso aconteça a legalização, o consumo aumentaria, coisa que considera um ataque à família. “Vamos perguntar a qualquer pai se ele é favorável à liberalização das drogas. Eu acho que 99% são contra, até porque ela (a droga) vai chegar às escolas. Um dos últimos a liberar foi o nosso Uruguai aqui embaixo e já há uma preocupação com o aumento do consumo”, defendeu o militar reformado em entrevista no ano passado. Entretanto, ele não considera que se deve punir o usuário da droga, mas aumentar as punições aplicadas ao tráfico. O candidato já demonstrou ainda não ser contrário ao uso da maconha na medicina, com ressalvas. “A preocupação é que após a liberação do uso medicinal é ela sair do controle”, declarou em entrevista recente.


Privatizações- Pretende realizar um programa de privatizações, mas diz que só divulgará as estatais envolvidas em agosto, quando for lançado seu programa de governo. Sobre a Petrobras, disse a VEJA que o tema “entrou no seu radar”, mas que ainda não tem uma definição. A respeito dos bancos públicos, disse “estudar” a possibilidade.

Programas sociais- Antes crítico do Bolsa Família, agora defende a manutenção do programa “com auditoria”.

Previdência Social- Diz ser contra a proposta de reforma apresentada pelo governo, por ela ser “grande demais”. O pré-candidato do PSL afirmou que estuda a questão e cogita propor mudanças graduais nas aposentadorias, priorizando o combate à “fábrica de marajás”.

Reforma Trabalhista- Votou a favor da proposta na Câmara dos Deputados. Em sabatinas e entrevistas, ele tem repetido o diz ouvir de empresários: que os trabalhadores brasileiros podem ter que escolher entre ter “menos empregos e mais direitos” ou o oposto.

Segurança Pública- Para combater a criminalidade, pretende promover o endurecimento de leis penais, fortalecer o policiamento e promover a revisão do Estatuto do Desarmamento.

Teto dos gastos públicos- Como deputado, votou a favor da PEC que congelou por 20 anos os gastos públicos.

Política econômica- “Guru” do candidato em economia, Paulo Guedes é a favor da manutenção do tripé macroeconômico (com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante) e defende a necessidade de uma simplificação tributária rumo a um imposto único federal.


O candidato do PSL divulgou no dia 14 de agosto as suas diretrizes de governo. O plano prevê medidas que vão de um ajuste liberal na economia - com diminuição do tamanho do Estado e venda de ativos da Petrobrás -, à criação de um superministério (com a fusão das atuais pastas da Fazenda, Planejamento e Indústria) e manutenção de programas sociais. Em outro trecho, o texto caracteriza ações de movimentos sociais como “terrorismo” e fala em liberar o porte de armas para pessoas físicas como medida para diminuir a violência.

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