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  • Gabrielle Canena

HENRIQUE MEIRELLES

Atualizado: 22 de Jul de 2019





Partido: PMDB

Nascimento: Anápolis (GO)

Idade: 72 anos

Profissão: Engenheiro civil e executivo da área financeira

Carreira política: Presidente do Banco Central (2003 a 2011) e ministro da Fazenda (2016 a 6 de abril de 2018).

Candidatura registrada em 15 de agosto

Ocupação declarada: engenheiro; bens declarados: R$377.496.700,70

Vice: Germano Rigotto (MDB); ocupação declarada: empresário; bens declarados: R$ 3.668.790,71

Relator do registro: ministro Jorge Mussi


Henrique Meirelles, em entrevista à IstoÉ em junho:

"É um direito individual. Se as pessoas estão juntas e querem proteger o patrimônio, elas têm esse direito", afirmou o ex-ministro quando questionado sobre casamento gay.


Henrique Meirelles, em entrevista à revista IstoÉ, em junho:

Meirelles é pré-candidato à Presidência pelo MDB e luta dentro do partido para ter sua candidatura confirmada. Em entrevistas, o ex-ministro da Fazenda tem dito que é favorável à revisão da legislação sobre aborto, com a possibilidade de interrupção da gravidez para adolescentes, por exemplo."Pessoalmente, não sou favorável em um casamento ou namoro. No entanto, é algo que as pessoas têm o direito de fazer em situações dramáticas, como as de estupro ou de gravidez na adolescência. A lei tem que garantir esse direito", disse Meirelles.


Henrique Meirelles, em evento com ruralistas em junho:"Alguns dos senhores podem até preferir [ter armas] para se defender de uma invasão. É compreensível. Mas imaginem isso espalhado pelo País. Imaginem qualquer briga de trânsito", afirmou o ex-ministro.


“Eleito, vou liberar o uso da maconha”, afirmou, em entrevista, o presidenciável do MDB. Ele considera a pauta como “questão de direito individual”, quando o assunto é a maconha. Todavia, não é a favor da flexibilização da legislação vigente para drogas mais pesadas, como a cocaína ou o crack. “Não devemos penalizar e criminalizar o consumidor. Principalmente se for para uso medicinal. Maconha eu liberaria, mas dentro de algumas restrições, com controle rígido, como outros países fazem. Ainda mais depois que as pesquisas apontaram que não causa danos permanentes. Cocaína, sim. Tem que ser criminalizada”, argumentou em entrevista à revista Istoé. As declarações causaram reação nos meios mais conservadores e levou o candidato do MDB a marcar encontros com religiosos de São Paulo e Brasília para explicar “que achava necessário encontrar uma solução para a descriminalização da maconha para não levar o consumidor às já superlotadas prisões brasileiras, mas que, pessoalmente, era contra o uso de drogas”.


Reforma da Previdência: caso não seja aprovada ainda no governo Temer, a mudança nessa legislação deve ser uma das principais medidas defendidas por Meirelles.

Privatizações- Fala em “pulverizar” a participação da União na Petrobras, no Banco do Brasil e na Caixa, mas tem ressalvas à privatização de bancos pelo risco de comprador ser uma das outras instituições financeiras brasileiras, diminuindo a concorrência.

Programas sociais- Flexibilizou seu discurso para incluir atenção à área social e passou a elogiar programas como o Bolsa Família.

Previdência Social- Diz que a Reforma da Previdência é inevitável, sob pena de inviabilizar o funcionamento do estado. Ele defendeu a proposta do governo, argumentando que seriam afetados os que ganham mais e se aposentam mais cedo.

Reforma Trabalhista- Favorável à medida, já afirmou que a legislação trabalhista do Brasil “não foi feita para o mundo de hoje”

Segurança Pública- Defende a contratação de efetivo policial e investimento em equipamentos e inteligência.

Teto dos gastos públicos- Como ministro da Fazenda foi um dos responsáveis pela proposta que congelou gastos da União por 20 anos e considera a medida necessária para o equilíbrio das finanças públicas.

Política econômica- Diz que a “solução óbvia” é reduzir os gastos públicos, em especial os custos de pessoal e da Previdência Social. Pretende incentivar a atividade econômica com a redução dos impostos sobre consumo.

O ex-ministro da Fazenda ainda não protocolou as diretrizes junto ao TSE.

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